sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Como as estrelas.


Sinto aqui dentro um aperto imenso. Que me impede de sorrir. Que me impede de viver.
Eu quero estar com você, quero sentir você.
Mas não posso; não devo.
Sei que não devo, que vou me magoar.
Ah, como eu sonho com nosso momentos, nossos sorrisos. Tudo verdadeiro, assim espero.
Ver você chegar, me abraçar, me beijar, sorrir pra mim, é tão bom - surreal. 
Te amar já não é mais segredo, é minha vontade, minha alegria, meu consolo, meu tormento. Minha dúvida.
É como se você tivesse sido feito exatamente para outra pessoa, mas existisse uma pedra em seu caminho.
Eu, Maria. 
Te arranquei do teu destino e te colei no meu, te colei em mim. 
Mesmo sem querer, eu fiz isso. Espero que você perceba que não tem mais saída, que você é meu. 
Eu quis assim. 
Desde o primeiro momento que passei meus olhos em você, meu coração quase que pula do meu peito, corre pra você e pede abrigo. Quase que grita - É você! Meu amor é você! 
Conquistei você aos poucos, te trouxe pra mim devagar, de mansinho, é mais gostoso. 
Te tornei dependente, me amando inconsequentemente. Me tornei mais especial que qualquer outra mulher na tua vida. 
Isso é ótimo. Me sinto a pessoa mais feliz do mundo. Sendo tua, só tua. 
Que mais ninguém nos atrapalhe. Que ninguém roube meu coração como eu fiz com o teu. 
Que o nosso amor, seja o mais ponderado, livre e brilhante, como as estrelas. 

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