Não sei como começar a escrever. Hoje estou calma. Estou sozinha. Penso. Quero estudar o ser humano. O que se passa na mente dele. O que me faz pensar tal coisa. O que faz ele pensar tal infamidade. Será que ele está errado? ou será que sou eu? O que nos faz tão dependentes do amor?
Queria ter uma fórmula que tirasse do meu peito esse amor e principalmente essa necessidade de amar. Eu não quero chorar por que ele está longe, nem por que ele não me ama como eu o amo. Eu não quero chorar por que eu não sou capaz de tê-lo todo pra mim, ou, muito menos de deixar de ser tao egoísta. Me sinto incapaz de conseguir o amor incondicional de alguém. Minha imagem já não chama mais tanta atenção; muitas mulheres têm o cabelo mais liso que o meu, a bunda maior que a minha, a barriga mais malhada, o olho mais claro, e além disso, devem estar superando a minha inteligência. Sinto como se a minha mente estivesse limitada a pensamentos simples e dispensáveis. Sinto como se meu mundo estivesse se fechando, quando era pra se expandir. Me sinto triste, como se eu pudesse ser mais, pudesse correr atrás, mas não corro. Fico aqui, parada, só mexendo meus dedos. Esperando a solução surgir como uma luz e clarear a minha mente. Tudo seria mais fácil. E sem graça.
Estranho é gostar tanto dele sabendo que ele me esqueceu em pouco tempo, não lê mais meu blog, não visita mais meu orkut, não me telefona, ou seja, eu desapareci da vida dele. Por favor Stella, sem dramas, eu penso. Ok sem dramas, me respondo. O melhor que tenho a fazer é esquecer tudo e tentar novamente, ser forte, ser uma fortaleza. Ser o melhor pra mim, e só assim ser o melhor pra alguém.
Não consigo mais escrever, tem muita informação na minha mente, preciso me organizar. Não sei o que fazer com esse blog. Eu o criei pra publicar meus textos prontos com alguma dedicatória, mas pelo que vejo estou tranformando-o em diário. Vou mudar isso rapidamente, logo após esse texto.
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